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Archive for outubro \31\UTC 2008

Já, já, meu grande amigo Paulo Henrique Amorim lança o portal colaborativo Conversa Afiada 3.0. E Ele escolheu a Permission Ad Network para inovarmos neste projeto! Veja o que ele disse – exclusivo – para a Humanidade 4.0

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A quantos anos você não coloca a mão no peito esquerdo e canta com centenas de vozes o hino nacional? Que belo hino diga-se de passagem! Foi isso que aconteceu comigo em Lorena! Emocionante, sensacional e indescritivel!

Isso aconteceu semana passada, na FATEA, na abertura da semana de comunicação, intitulada “Expressão V”.

A FATEA é uma faculdade católica, mantida por nobres freiras, na simpática cidade de Lorena! A diretora é a Irmã  Olga de Sá, uma senhora com jeito simples, com olhar singelo. Ao abrir o evento ela tece uma poesia sobre a inovação, convida a todos para mudarem o olhar sobre este novo e maravilhoso mundo!

Logo após uma ode sobre a vanguarda, um grupo de dança comtemporanea – formado por alunos – mostrou que a diversidade gera passos de poesia!

Depois palestrei invocando um paralelo entre a história da humanidade e os próximos passos da inovação digital! Quantos olhares, quantas perguntas, quanta grandiosidade naquela pequena e nobre cidade!

Não enxergou o paralelo, entre dança, a irmã olga, inovação, minha palestras, odes e poesias?

Fantástico, essa humanidade onde uma casa católica recebe um espirita como palestrante, onde a dança e sua linguagem ousada são aplaudidos, onde o hino nacional é cantado com amor, onde uma irmã incentiva o novo, o efemero, o liquido, digital!

Ao final da minha palestra, a irmã Olga, presenteou-me com alguns livros, entre eles um livro de poesias escrito por ela!  Abri-o e li o poema intitualdo “Viajar”

“…Evadir é preciso.

Inventar as Américas.,

Países quiméricos.

De Baudelaire a Pessoa,

De Ávila ao Enigma,

Errante andarilha,

em busca de acenos.

Partir por partir,

Impossível linguagem,

Oculta verdade,

Sem margem segura,

Delirio e aventura,

Sonho e loucura,

Quixote, meu ser!


 

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Com o frenético titulo ”o primeiro desastre da era digital!” a revista Newsweek coloca algumas luzes sobre a hecatombe ecônomica  e o papel da internet neste Tsunami financeiro! Veja artigo na integra aqui

O estouro da bolha em 2000, foi uma gripe adolescente, e hoje vivemos a primeira crise financeira da internet adulta.

“O mundo digital entregou toda a informação ao mundo financeiro sobre os mercados de crédito e hipotecas do subprime?”

Sim, a revista afirma que a Internet entregou amplamente sua promessa de trazer a informação necessária para diagnosticar a crise! Estava tudo lá disponível a qualquer um que sabe usar o Google.

E afirma: “A internet encolheu o mundo e transformou-o em uma vila, onde tudo acontecesse na praça pública e a corrupção e a avidez não tivessem nenhum lugar a esconder.“

Por mais do que uma década a Internet organizou um exército anabolizado de proletariados digitais, novos accionistas, home brokers! Com a internet os  mercados financeiros tornaram-se transparentes para os não iniciados!

Porém, a internet enterrou a humanidade de números e informação, criando uma névoa, uma poluição atmosférica de dados.

E os internet boomers, também são culpados, operando milhões de dólares como se estivesse em um jogo de videogame! Em vez de gritos nas salas das bolsas de valores mundias, milhares de transações foram feitas através de instant messengers.

A Newsweek, propoem que a web 3.0, ou seja a consolidação de informação financeira que no futuro evitará novas crises!

Será que a humanidade digital, consertará este mundo desigual?

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Foi uma honra palestrar na caravela inovadora do Intercon 2008! Veja a cobertura com Luli e na Portabilidade de Daniela Porto!

Sempre afirmo, não podemos usar velhos mapas, para descobrir novas terras! E foi extamente isso que o Intercon 20008 fez – desenhou novos mapas!

Só saberemos o desconhecido se ousarmos! O intercon ousou! No sabádo, nós fizemos uma manifesto contra a proliferação da mesmice! Enquanto esperei o áudio para reiniciar minha palestra – observei os olhares daqueles inovadores na plateía se deliciando com o empreendedorismo do Cris Dias e do Marcos Gomes!

Comunicação é isso, é ensinar, é aprender, é escutar, é criticar – sem ofender – é convergir!

Todas as pitadas estavam lá! Luli, Tiago, Mack, Fabio Seixa, Manoel, o mundo precisa de inovadores e inquietos como vocês! Muito obrigado pelo convite foi uma honra! A inovação não é toda história mas é uma grande história! Beijos no coração Gil Giardelli

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O mantra dos anos 90 foi “A informação quer ser livre.” E o lider desta filosofia foi o poderoso ex- presidente do Banco Central Americano Alan Greenspan, ou simpaticamente apelidado de ”Sr. Mercado.”

Greenspan foi o primeiro a falar sobre a bolha dotcom e a exuberância irracional em 1996 – quando falou ninguém levou a sério.

Em março 2000, no pico da bolha do dotcom, quando – quase – ninguém acreditava na Internet, “Sr. Mercado” Fez um discurso detalhando a volta da internet que vivemos hoje. Ou seja, com seu olhar calmo e sereno, sempre foi um grande incentivador da era digital!

Como constatou a revista Veja “(Greenspan) descobriu a revolução da internet no campo da produtividade. Até 1995, imaginava-se que um país como os EUA não poderia crescer mais de 2,5% ou ter uma taxa de desemprego abaixo de 6,5% sem que pressões inflacionárias despertassem… Greenspam percebeu que, com a revolução da internet, o paradigma mudara. Foi possivel expandir a economia mais rapidamente sem deflagar inflação.”

Hoje, procura-se os culpados! Seria capitalismo sem escrupulos, governo Americano, internet ou Alan Greenspan? Todos culpam Alan Greespan! Ele acreditou na auto-regulamentação e na tecnologia. 


Em seu livro a Era da turbulência, em um olhar lúcido sobre a antropologia humana greenspan constata: “Surtos periódicos de euforia e medo são manifestações de aspectos arraigados da natureza humana, pouco existe que governos ou bancos poderiam ter feitos para defleti-los ou anulá-los. Febres especulativas podem ser freadas, mas apenas momentaneamente: no fim das contas, se postas em movimentos, trilharão seu curso”

Quem é o culpado? A humanidade?


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Ana é uma visionária da caravela digital! Na pré história da mídia digital ela estava lá! Com seu sorriso, seu olhar, suas estrelas, seu corinthias!

Como toda mulher comtemporânea ela demorou a encontrar seu amor! Algumas desilusões, quem as não tem? A sociedade imediatista deixou-nos solitários?

Mas a blogosfera, deu uma mãozinha para ela! A história é mais ou menos assim: “Um dia Ana, estava a caminhar solitariamente pelo Skol Beats! De repente alguém encosta nela e diz com um sorriso “Oi, eu leio seu blog! Você é a Ana … bla, bla, bla …” 

Ela se assustou e achou que era um louco 😉 Mas o amor é insistente! Passou um tempo, ele encontrou-a novamente! E ela sorriu! 

Dai, nasceu uma grande amizade! Foram 9 meses de amizade, muitos comentários no blog, alguns vinhos e Ana só enxergava nele um grande amigo digital! 

Resumidamente, encontrei Ana – ela estava com aquele olhar das mulheres que amam e são amadas!

Aquele rapaz louco do skol beats, hoje é o marido dela – detalhe é um palmeirense rocho … rsrs!

E você? hoje Já leu o blog do seu futuro grande amor?

E blogosfera danada 😉

Os detalhes veja no blog dela, clique aqui! Ana beijoca no coração 😉 Voce merece um lindo palmeirense 😉

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La Fontaine proclamava: “Sirvo-me de animais para instruir os homens”. Ele acreditava que as fábulas tem a mesma função do espelho.

La Fontaine, é considerado o pai da fábula moderna, através de suas peças, criticava a elite francesa – sua lassidão, tédio e aversão ao novo.

Em seus célebre discurso ao Senhor Duque de La Rochefoucauld La Fontaine faz uma ode a inovação! Atual! Leia!

“Os homens se assemelham aos cães quando atacam o que é novo por medo de serem por ele substituídos. Segundo a lógica dos seres humanos de vida trivial, quanto menos inovação, melhor.

O novo ganha seu espaço muitas vezes sem invadir o espaço alheio. E dali a algum tempo, findo o sabor da novidade, tudo se ajeita. Até que apareça outra inovação e a história se repita.

E vós, a quem este discurso se dirige; vós, em quem a modéstia à grandeza se alia; que vosso nome receba aqui uma homenagem do tempo e dos censores pelo justificado e merecido louvor.

O vaidoso é o que mais rejeita as coisas inusitadas. O estampido que assusta os coelhos é o novo que provoca reações, que exige alteração da rotina; o novo é o bando de cães que passa em território alheio e provoca a ira dos cachorros locais, que reagem à invasão do inimigo fictício.

Aceitar as mudanças é uma prova de inteligência. O homem inteligente é aquele que se adapta a novas situações e com elas se integra.

Diante do novo, nem sempre precisamos mudar o caminho; às vezes, só mudamos o jeito de caminhar.”

La Fontaine foi o profeta da revolução digital?

 

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