
Quando eu era criança meu avô materno plantava e vendia mexerica em sua carroça! Tinha uma casa de sapê e um banheiro com fossa, lá em Alfenas Minas Gerais! Era um empreendedor rural!
Quando meu a pai era criança ele não tinha sapatos, trabalhava carregando placas de peças de teatro no centro de São Paulo e depois quando começava o espetáculo ele entrava no teatro e era o “clap“(puxador de palmas – as pessoas em 1940 não sabiam que depos da peça ou ópera deveriam aplaudir) e desta forma meu pai ganhava um dinheirinho e assisti as melhores ações culturais! Depois ele conseguiu um emprego em uma multinacional trabalhou nela por quase 40 anos! Era um classe média bem sucedido!
Ambos falavam, estude, estude e estude e procure um belo emprego de carteira assinada! Porém, eles não sabiam que nas voltas que o mundo dá minha geração assistirá o fim da carteira assinada e o fim da classe média!
No Livro Low Cost o fim da classe média os autores “crêem que a economia global está a acentuar o fosso entre os ricos e os pobres e, em consequência, a assinar a certidão de óbito da classe média. Nesta sociedade, o poder passou do lado do produtor para o do consumidores (que “exigem” mais qualidade ao baixo preço). A sociedade “low cost” é simbolizada por marcas que “democratizaram o consumo” como a Ryanair, IKEA, Wal-Mart, Skype, Zara ou Google.”
Jeremy Rifkin escreveu “O Fim dos empregos” “O autor argumenta que o mundo está entrando em uma nova fase na história. Após as previsões de Alvin Toffler em “A Terceira Onda” , e Marshall Mc Luhan com sua “Aldeia Global”, ambos prevendo que o mundo no século XXI seria maravilhoso, uma espécie de “aldeia global”, com todos os seres falando a mesma língua, usando as mesmas roupas e ouvindo as mesmas músicas, Rifkin prevê um futuro não tão brilhante: a sociedade caminhando para um declínio dos empregos.”
Em artigo intitulado o Fim da classe média Gilles Lapouge definiu “Espiritos btilhantes, formados e refinados. Ora, após concluir seus estudos, eles ganham supondo que consugam eprego, R$ 1 mil ou R$ 2 mil. Portanto, amargura, desejo de revanche, desestabilização social, revolta ou revolução. Quem fez a Revolução Francesa de 1789? Os servos, os camponeses, os mendigos? Absolutamente. Esses estavam acostumados demais ao sofrimento para se revoltar. Os verdadeiros revolucionários foram os advogados sem causa, intelectuais sem emprego, os curas desdenhados pelo alto clero!”
A boa noticia!
Sai a classe média de carteira assinada e entra os revolucionários empreendedores! São milhares em todo o Brasil! Inquietos, revolucionários trocando empregos de mil reais, pelo sonho de fazer sua empresa! São executivos de empresas e suas maravilhosas carteiras assinadas trabalhando a noite e na madrugada montando sua empresa (Não coloque todos seus ovos em uma única cesta, né!) Ou seja, a nossa revolução não usa armas, usa mentes inventivas! Percebeu?!
Os exemplos balançam a arvore, em Salvador, a Expert – dedica 25% dos seus lucros mensais para dividir entre os empregados! No Videolog Tv, é um grande socialismo digital! Na Ouvi são inventivos da Noruega e seus sócios Brasileiros! Na Permission Ad Network e Just Mail nosso conselho e suas decisões coletivas transformando funcionários em sócios! Você conhece alguma outra iniciativa, compartilhe aqui, vai!
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Eu tenho um exemplos para comentar.
Um é um Zelador que no inicio deste ano se cansou, do trabalho em um condomínio e foi tocar sua empresa de materiais de limpeza, empresa esta que ja vinha sendo construída em suas horas vagas.
E como não é de se estranhar neste século quem esta lhe ajudando é sua comunidade de Zeladores, sua empresa esta indo muito bem e ele nem pensa em voltar para um emprego de carteira assinada.
Zelador : Carlos Estevão da Costa
A nova empresa : Essencias da Costa.
Gil, estive no Pajuçara Management (Maceió) e a sua palestra me envolveu de tal forma que comecei a pensar em que eu posso contribuir para essa revolução tecnológica pela qual estamos passando.
Certamente, concordo com vc. O mundo muda quase que instantaneamente, vivemos na era da “multiplicação” de ideias, ensinamentos.
Precisamos sim ser solidários com tudo que temos para nos transformamos numa sociedade mais justa e igualitária, dando espaço para novos “pensantes”, novos “empreendedores de ideias”, provocando uma melhoria na qualidade de vida de todos os seres humanos, sem distinções!
Um grande abraço e sucesso!
Caro Gil, mais uma vez gostaria de agradecer pela sua presença em minha cidade (João Pessoa), e pela maneira como voce me encorajou a desencalhar a Cachalote que se tornará meu site.
Por muitos anos vinha cultivando a idéia de fazer um site de classificados de imóveis na Capital paraibana, uma vez que nao existia nenhum nesse seguimento, porem as dificuldades e falta de opurtunidades nao me deixaram seguir com a ideia, ao ponto de desistir. Porém ao me deparar com um jovem empreendedor que após largar seu “tão cobiçado emprego de carteira assinada” na Filial da Rede Globo de João Pessoa para abrir um site de classificados de carros, e assim ve-lo em menos de 2 anos com o site na rede ganhar mais de 30 mil reais por mes, fiquei estremamente entusiasmado a colocar meu negócio para frente.
Devemos sim querer correr certos tipos de riscos, afinal isso é necessario no meu ponto de vista para o sucesso do negócio.
Em breve meu site estará no ar e espero em nao muito tempo poder descrever pra vc toda a minha jornada como empreendedor digital.
Abraços,
Danilo César
Perdão aos erros de português, mas é que escrevi esse comentário muito rápido e sem revisa-lo.
; )
Olá Gil,
Estive em uma palestra sua em João Pessoa – PB, achei uma ótima apresentação e fiz meus comentário em meu blog(www.lucianohenrique.com).
Como não tive acesso ao seu material(powerpoint) no site do Sebrae estou aguardando o seu envio para compartilhar com os colegas.
Um abraço e seja sempre bem vindo ao nosso estado.
Olá Gil,

Primeiro parabéns pelas palestras realizadas aqui na minha terrinha…
Sobre o tema posso até arriscar a dizer que nessa era digital mulheres enfrentam mais problemas… Hoje já conseguimos mudar muita coisa, lembro que no começo da minha jornada a mulher era 1 para cada 20 ou 30 nesses ambientes… Hoje já consigo ser 1 em cada 10
Fim da carteira assinada é uma realidade sim… Empreender é muito mais estimulante. Hoje eu não troco minha “desestabilidade” por uma carteira assinada.
Busco minhas próprias iniciativas… O mundo torna-se muito mais dinâmico e a procura por processos trabalhistas (termo que chamo para todo aquele que busca vários processos pra contabilizar o salário no final do mês) é muito mais vigente.
A busca por arriscar é importante. Hoje eu tenho 4 empregos e mais algumas outras atividades… Carteira Assinada? Pra quê? Pro futuro? Vocês já ouviram falar de Previdência Privada?
Não tenho carteira assinada e percebo que não tenho medo dessa situação, afinal, sou uma verdadeira mulher do século XXI. Aquela que faz tudo e ainda acha um tempo pra “ser mulher”… hehehehe
Oi Gil,
Estou freelando e posso dizer que nunca estive tão feliz! Trabalho ora em casa, ora na agência…tenho tempo de ficar mais com meu filho e, se a demanda de trabalho sobre, o valor pago a mim tb acompanha esse movimento!
Hoje eu decido qto quero pagar pelo meu plano de saúde, quanto quero contribuir de gps, de qq coisa!
Ótimo blog e excelente post!
Bjs
Julia Gil