Encontrar Pio Borges, é sempre uma grande prazer! Escritor de inúmeros livros, fundou o marketing direto no Brasil, um nadador nato da orla carioca e – o melhor – sempre com uma história sensacional para contar! Sou fã dele, quando iniciei na carreira seus artigos influenciaram minhas idéias, éticas e perspectivas.
Sempre perguntava-o “Pio, cadê seu blog?, conte suas histórias.
”Ele respondia: “Sou um alpinista no pé de uma montanha; com apreciável grau de certeza de que posso escalar, mas tendo isto tudo temperado pelo receio de cansar na subida.”
Hoje, eis que meu professor e amigo inicia seu blog. Corre lá, acredite, Pio é o e-old fashion, mais e-new ideas que eu conheço! clique aqui e boa l
Como vocês o Almanaque do Pio, boas clicadas!
Pio, obrigado por cada ensinamento, beijo no coração!

legal você comentar sobre o pio! também acho ele muito fera. estudamos juntos e suas contribuições foram muito válidas!
Ora, direis, Ouvir estrelas…
Obrigado Gil, obrigado Railer. É um incentivo muito especial uma acolhida tão confortante e sincera.
Me aguardem. Pretendo manter o Almanaque do Pio sempre ativo.
Gil e Railer vocês são exemplos de profissionais a serem seguidos
abraços
Pio
desnorteadoAmiltom o contador de hestoria
Domingo passado eu fui pescar
Lá no pantanal
Fui eu seu Wilson e a Tatá
O Aroldo e o Lourival
O Marco Antonio e o tio do bar
O Paçoca e o Mial
O Ney o Juninho e o Vava
No caminho tinha barreira fiscal
E não deixaram nos passar
Tomaram nosso pial
Só deixaram CD e cara
O Hamilton era o policial
E começou a falar
-Eu na vida sempre fui mal
-E a sua barra eu não vou livrar
-Fiquem quietos se não vão levar pau
-De bambu que é pra não quebrar
-E ainda vou jogar sal
-Que é pra mosquito não assentar
-Ta vendo ali aquele animal?
-O jacaré de muleta
-Você já viu algo igual
-Não precisa fazer careta
-Foi com um golpe fatal
-Que eu fiz sete jaquetas
-Eu não sou paranormal
-E não vim do alem
-Eu tenho couro de onça no varal
-Isso me faz bem
-Olha ali dez bugios no cipó
-Fiquem quietos para não atrapalhar
-Vou matar todos com um tiro só
-Não precisam se assustar
-Desses bichos não tenho do
-Vão fazendo uma fogueira para assar
-Que não vai sobrar nem pó
-E vocês ainda vão me agradecer
-Por não terem ido à pensão da vovó
-Lá é só escurecer
-Que ela engata com o totó
-E vocês não vão querer ver
-Uma orgia ao som de forro
-Sentem-se e vamos comer
-E chega de trololó
-Porque agora eu vou contar
-Uma estória de traição
-De uma jovem mal amada
-Que saia com um peão
-Da construção de uma estrada
-Onde seu esposo era engenheiro
-E não ligava pra coitada
-Ai ela traia seu companheiro
-No meio do matagal
-E foi com um bote certeiro
-Que uma cobra coral
-Picou a sua perseguida
-E como não tinha hospital
-E ela perdeu a sua vida
-Por uma cobra mortal
-Essa linda moça aguerrida
-Só queria dar uma metida
-Pois ela era muito querida
-Por todo aquele pessoal
-E só para terminar
-Vocês podem voltar
-Depois do natal
-É que vai ta quente e vai ser melhor
-E vamos usar dourado
-Pra pegar peixe maior
-Olha ali aquele banhado
-Ali a gente pinga de suor
-De tanto pegar pintado
-E outros que não me lembro de cor
-Ali nos usa um machado
-Pra matar peixe maior
-Os pequenos a gente deixa desnorteado
-E leva com um rebocador
-Eles são todos guinchados
-Com anestesia que é pra não sentir dor
-Ai eles são pesados
-E os que forem mais leve que um trator
-A gente joga no alagado
-Que é pra eles ganhar mais sabor
-Não pensem que esta acabado
-E nem que isso é historia de pescador
-Porque agora eu vou alertar
-Aqui só sobrevive bom caçador
-Cuidado com os bois bravo
-E fiquem atentos quando a onça miar
-E que as formigas cortam o cercado
-E o gado sai pra pastar
-E as onças sentem o cheiro dos amedrontados
-E qualquer um ela pode pegar
-Não estraguem o seu feriado
-E comecem logo a rezar
-Ou entrem naquele buraco
-Vocês podem se esconder lá
-E se não tiverem muito cansados
-Um deles vara lá no Paraná
-E não fiquem preocupados
-Esses cupins são os mesmos que cavaram
-O metro do Ceará.